Kjóth Dagur

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Kjóth Dagur significa “Morada de Deus” em Drakkon. Construída em áreas elevadas de “Monte Jardim”, funcionava como o palácio imperial dos Drakkon e era cercada por um burgo de nobres Drakkon. O Monte Jardim possui este nome por ter sido uma Montanha de vegetação rica e colorida e por isso escolhida como território mais nobre no território Drakkoniano.

Foi na época do Regime das Bestas, período em que os Dragões foram considerados deuses e partilharam a sociedade Drakkon para guerrear entre si que Kjóth Dagur foi disputada a todo custo. Dizem que o vindouro desequilíbrio climático foi instaurado por Karthamantis, o Branco, que teria amaldiçoado o Monte com um inverno perpétuo que pintou de branco a antes colorida flora local e tornou a vida na região inviável para a população. Outros estudiosos dizem que Naokhale inteira estava passando por um intenso resfriamento e que áreas mais elevadas fatalmente tornariam-se geladas e inóspitas.

Após a grande rebelião contra os Dragões e auxiliados pelos Savon, os Drakkon unificam novamente seus povos e exilam os Dragões. Kjóth Dagur é recuperada mas é abandonada.

Kjóth Dagur ganha novamente relevância depois que é usado como retiro místico do Monge Armund, que posteriormente se tornaria o criador e Mestre-Primeiro do Mekai. Sua sabedoria e seu sistema mágico ganha popularidade e seguidores fazendo com que a nobreza Drakkon o nomeie como “Yathlutir”, estrela-guia, simbolizando que seus ensinamentos são o caminho de prosperidade a ser seguido.

Kjóth Dagur torna-se então o reduto sagrado do Mekai, frequentado apenas pelos mestres mais antigos e comprometidos com a meditação. Dizem que é lá que se encontra o Hjlótt, o pergaminho de maior poder criado por Armund e artefato proibido de ser manuseado. O Hjlótt seria uma magia especialmente forjada para impedir o Aevi, a energia do abismo, mas o seu uso poderia enfraquecer irreversivelmente a presença do Ivea no mundo.

Com a posterior criação do braço armado do Mekai, a Guarda Negra, e sua fissura entre Guarda Negra Livre e Guarda Negra Drakkon nos anos mais recentes, foi acordado que Kjóth Dagur e a posse do Hjlótt seria de monges e servos bélicos independentes e que eles não deveriam ser contatados a não ser por vontade deles próprios, para a convocação de novos membros ou para assuntos de emergência.

Os monges de Kjóth Dagur não se comunicam com a realeza Drakkon ou com as Guardas Negras há quase uma década.

Kjóth Dagur

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